A escolha de uma bomba de vácuo industrial não deve considerar apenas vazão e pressão final.
A tecnologia utilizada também interfere na aplicação, no risco de contaminação e na forma como o equipamento deverá ser mantido ao longo da operação.
A LEYBOLD possui diferentes tecnologias de geração de vácuo, incluindo bombas rotativas seladas a óleo, como SOGEVAC e TRIVAC, e bombas de compressão seca, como VARODRY, CLAWVAC, DRYVAC e outras linhas destinadas a diferentes condições de processo.

Bombas de vácuo lubrificadas
Nas bombas seladas a óleo, o lubrificante participa diretamente do funcionamento do equipamento, contribuindo para vedação, lubrificação e operação do conjunto.
Essa tecnologia é utilizada em diversas aplicações industriais, mas exige atenção à condição do óleo, filtros, vedações e demais componentes sujeitos ao regime de funcionamento da bomba.
A própria LEYBOLD apresenta bombas rotativas a óleo com diferentes capacidades, pressões finais e configurações, demonstrando que a seleção deve considerar as características específicas do processo.
Processos que geram vapores, partículas ou contaminantes também podem alterar as condições do lubrificante e, consequentemente, influenciar a necessidade de manutenção.
Quando utilizar bombas de vácuo secas?
Nas tecnologias de compressão seca, o objetivo é realizar o bombeamento sem óleo na câmara de compressão.
Essa característica pode ser relevante principalmente quando existe preocupação com contaminação do processo.
A linha CLAWVAC, por exemplo, é apresentada pela LEYBOLD como uma tecnologia sem migração de óleo para o processo ou para o ambiente. Já a NOVADRY foi desenvolvida para aplicações sensíveis, incluindo processamento e embalagem de alimentos.
Isso não significa, entretanto, que uma bomba seca seja automaticamente a escolha correta para qualquer aplicação.
Vazão necessária, nível de vácuo, gases bombeados, presença de partículas ou vapores, temperatura, regime de funcionamento e características do processo precisam ser considerados antes da especificação.
A tecnologia também muda a manutenção
Não existe um único plano de manutenção aplicável a todas as bombas de vácuo.
Em uma bomba lubrificada, o acompanhamento do óleo e dos componentes associados faz parte da rotina de manutenção. Em tecnologias secas, outros componentes e condições operacionais assumem maior importância.
Também devem ser avaliados aspectos como:
- filtros e vedações;
- temperatura de operação;
- sistema de refrigeração;
- ruídos e vibrações anormais;
- estanqueidade da instalação;
- presença de contaminantes;
- histórico e regime de funcionamento.
A periodicidade das intervenções deve seguir a tecnologia, a aplicação, as condições reais de operação e as orientações técnicas aplicáveis ao equipamento — não um intervalo genérico adotado para qualquer bomba.
Essa foi, inclusive, a abordagem definida para a pauta: relacionar a tecnologia escolhida ao plano de manutenção antes do surgimento de falhas.
Especificação e manutenção devem ser analisadas em conjunto
Uma bomba pode atingir determinado nível de vácuo e, ainda assim, não ser a alternativa mais adequada para as condições do processo.
Por isso, a análise deve considerar tanto o desempenho necessário no momento da compra quanto as condições futuras de operação e manutenção.
A UDOMAK trabalha com bombas de vácuo LEYBOLD para diferentes aplicações industriais e com serviços de diagnóstico e manutenção de sistemas de vácuo.
Antes de substituir, dimensionar ou definir uma nova bomba, o recomendado é avaliar tecnicamente a aplicação, o nível de vácuo necessário e as condições em que o equipamento irá operar.
Para especificação de bombas de vácuo LEYBOLD ou avaliação técnica de equipamentos em operação, fale com a UDOMAK.










